Os pais devem sempre verificar o computador dos filhos, seja olhando o histórico do navegador ou os arquivos baixados da internet, segundo o analista de telecomunicações Júlio Madeira. Essa seria uma maneira de controlar o que o adolescente vê no computador. Os navegadores possuem uma seção que supervisiona conteúdo, na qual os pais podem definir pelo nível de segurança o que os filhos podem ou não acessar.
Muitas empresas usam softwares de controle de conteúdo (firewall), que lêem a página que será aberta e verificam o número de ocorrências de palavras pré-definidas (como sexo, violência, arma, drogas etc) e, simplesmente, bloqueiam a abertura da página”. Como o custo dessa ferramenta é caro para o consumidor doméstico, Madeira aconselha o uso de programas como o Child Safe que pode ser encontrado no site www.tucowns.com, por preço mais acessível. O sistema, além de bloquear acessos indevidos, pode limitar o tempo de uso da internet e ainda enviar e-mails aos pais, sempre que o software detectar uma tentativa de acesso não permitido.
Os riscos ao navegar na rede vão muito além de conhecer pessoas em chats. Jogos, pesquisas e as inúmeras páginas a serem visitadas, como sites pornográficos, podem oferecer vários riscos ao internauta. Dados informados em cadastros, por exemplo, podem ser usados para outros fins. E-mails e número de cartão de crédito costumam ser alvos prediletos desses vilões virtuais. Por isso, todo cuidado é pouco.
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